História de Kling David Philipe
Eu estava trabalhando em casa, tentando corrigir um erro maluco no tema quando a campainha tocou. Eu achei aquilo meio estranho, uma vez que o porteiro costuma avisar que tem alguém querendo subir. Fui até a porta certo de que era um daqueles enganos onde o cara aperta sua campaínha pensando que é o interruptor de luz. Eu olhei pelo “olho mágico” e ali estava um cara de terno com uma mala debaixo do braço.
Eu pensei: Puts, o porteiro deixou subir uma testemunha de Jeová.
-Quem é? – Perguntei sem abrir a porta. Do outro lado, uma voz rouca com sotaque estranho respondeu:
-Meu nome é Jefferson.
-Pois não? -Perguntei ainda sem abrir a porta, já pensando em ligar a Tv no “canal porteiro” para ver se não era assalto no prédio.
-É a casa do senhor Philipe… (pausa) Kling David?
-É sim.
-Pode abrir a porta, por favor? -O tal do Jefferson perguntou. Eu olhava pelo buraco da fechadura e ele estava mostrando um tipo de distintivo que eu não consegui ver direito.
Arrisquei e abri, mantendo a porta na Correntina. Pela greta, pude dar de cara com aquela insígnia enorme do FBI.
-FBI, senhor. Pode abrir a porta? -Me cagando de medo, abro a Correntina e escancaro a porta. Ali está um homem de meia idade, parecendo ter uns 52, 53 anos, meio calvo. Olhar sério. Terno impecável. Ele tem uma maleta 007 debaixo do braço. Eu me apresento. E ele estende a mão para me cumprimentar.
-Muito prazer. Sou Jefferson Rutherford. – O cara tem um aperto de mão forte pra caramba e quase esmigalha meus dedos. – O senhor deve estar achando estranho um funcionário do Federal Bureau of Investigation parado na sua porta, não é mesmo senhor Philipe?
Eu balanço a cabeça positivamente já tentando imaginar alguma desculpa plausível para o lance do Relato de um Mib. Naturalmente só podia dar merda aquilo. O tal Jefferson interrompe meu pensamento com uma única frase:
-Parabéns, o senhor ganhou uma recompensa.
Eu estava trabalhando em casa, tentando corrigir um erro maluco no tema quando a campainha tocou. Eu achei aquilo meio estranho, uma vez que o porteiro costuma avisar que tem alguém querendo subir. Fui até a porta certo de que era um daqueles enganos onde o cara aperta sua campaínha pensando que é o interruptor de luz. Eu olhei pelo “olho mágico” e ali estava um cara de terno com uma mala debaixo do braço.
Eu pensei: Puts, o porteiro deixou subir uma testemunha de Jeová.
-Quem é? – Perguntei sem abrir a porta. Do outro lado, uma voz rouca com sotaque estranho respondeu:
-Meu nome é Jefferson.
-Pois não? -Perguntei ainda sem abrir a porta, já pensando em ligar a Tv no “canal porteiro” para ver se não era assalto no prédio.
-É a casa do senhor Philipe… (pausa) Kling David?
-É sim.
-Pode abrir a porta, por favor? -O tal do Jefferson perguntou. Eu olhava pelo buraco da fechadura e ele estava mostrando um tipo de distintivo que eu não consegui ver direito.
Arrisquei e abri, mantendo a porta na Correntina. Pela greta, pude dar de cara com aquela insígnia enorme do FBI.
-FBI, senhor. Pode abrir a porta? -Me cagando de medo, abro a Correntina e escancaro a porta. Ali está um homem de meia idade, parecendo ter uns 52, 53 anos, meio calvo. Olhar sério. Terno impecável. Ele tem uma maleta 007 debaixo do braço. Eu me apresento. E ele estende a mão para me cumprimentar.
-Muito prazer. Sou Jefferson Rutherford. – O cara tem um aperto de mão forte pra caramba e quase esmigalha meus dedos. – O senhor deve estar achando estranho um funcionário do Federal Bureau of Investigation parado na sua porta, não é mesmo senhor Philipe?
Eu balanço a cabeça positivamente já tentando imaginar alguma desculpa plausível para o lance do Relato de um Mib. Naturalmente só podia dar merda aquilo. O tal Jefferson interrompe meu pensamento com uma única frase:
-Parabéns, o senhor ganhou uma recompensa.







0 comentários:
Postar um comentário